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Nesta sexta todos os processos estão suspensos para atualização de sistema,
com previsão de retorno na Segunda-Feira 17/02.

Em razão da transição para o novo padrão de Placas de Identificação Veicular (PIV), o Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) suspende, nessa sexta-feira (14/02),  os serviços de vistoria, emplacamento e emissão de documentos de veículos. A previsão é que os serviços voltem a ser oferecidos na segunda-feira (17/02).
O sistema de informática terá que passar por uma adequação para que seja feito o gerenciamento das informações da frota de veículos do estado, e nenhuma transação poderá ser feita durante o período de suspensão.
Serão prorrogados os prazos para as transferências de propriedade que vencem na sexta-feira.
Os processos iniciados até esta quinta-feira (13/02), com ficha de cadastro emitida, poderão ser protocolados na sexta-feira (14/02), na Divisão de Registro de Veículos (DRV), em Belo Horizonte, e nas Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretran), no interior.
Neste período os processos enfrentarão instabilidade devido a esta readequação, assim que for normalizado voltamos com informação.

 

Achou este artigo útil, Leia também 10 perguntas e respostas sobre a nova placa Mercosul.

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Em setembro do ano passado, a Lumma Despachantes, mais uma vez, saiu à frente e apresentou aos seus clientes as primeiras iniciativas de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Em um evento com a participação de diretores, colaboradores, parceiros e clientes, anunciamos a nossa parceria com a empresa McAfee. Essa é uma empresa norte-americana focada em segurança da informação.

 

A lei só passa a valer em agosto deste ano e todas as empresas devem segui-la à risca. Mas, você sabe o que é a Lei Geral de Proteção de Dados e por que ela é tão importante para o gerenciamento dos negócios? Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura deste texto! Vamos lá?

 

Afinal, o que é a Lei Geral de Proteção de Dados?

Aprovada em 10 de agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é uma intenção do governo em satisfazer uma lacuna legal existente na manipulação de dados pessoais feita pelas empresas. Assim, o objetivo dela é criar mecanismos de controle para evitar a má utilização dos dados pessoais, garantindo mais segurança para os consumidores.

A LGPD é composta por sessenta e cinco artigos, subdivididos em dez capítulos. Neles são detalhadas as formas que devem ser gerenciadas as informações dos cidadãos, regulamentando-as. Para que os expostos na lei sejam cumpridos, as empresas precisam ajustar os seus processos e não sofrerem nenhuma penalização jurídica.
O ano de 2020 já começou, e as empresas que ainda não se ajustaram precisam correr contra o tempo: a LGPD passa a valer a partir de agosto deste ano. Aquelas que não se adequarem correm o risco de terem as suas atividades de coleta de dados bloqueadas pelo Governo.

 

Quais foram os motivos que incentivaram a criação da LGPD?

Segundo pesquisa divulgada pelo Yearbook Digital 2017, são quase cento e quarenta milhões de brasileiros conectados à Internet. Isso mostra a quantidade de dados que ficam disponíveis e vulneráveis no mundo digital. Desenvolver mecanismos para fortalecer o controle de informações é essencial, principalmente, quando estamos vivendo um momento de transformação digital.
Escândalos recentes envolvendo dados de usuários e consumidores foram os principais norteadores para o desenvolvimento de uma lei de proteção de dados no Brasil. Há pouco tempo, o Facebook vazou dados de seus inscritos, deixando as informações sensíveis vulneráveis à ação de hackers. O mais interessante é que isso aconteceu duas vezes, ao menos, essas foram a quantidade de ocorrências que chegaram no conhecimento público.
Outro ponto que motivou a LGPD foi o fato de que o nosso país ainda não tinha mecanismo estatal algum com esse propósito, enquanto os países europeus foram pioneiros. Desde as décadas de sessenta e setenta têm leis de regulamentação do uso de dados. Isso foi fortalecido com o surgimento da União Europeia e a criação, posteriormente, da General Data Protection Regulation (GDPR, ou Regulamentação Geral da Lei de Dados), em 2018.

 

Quais são as principais mudanças causadas pela LGPD?

A partir da LGPD, agora, o consumidor terá mais controle sobre as suas informações. Isso porque qualquer coleta de dado só poderá ser feita com o seu consentimento. Caso isso ocorra por outra forma, por meio de robôs, por exemplo, a empresa responsável será punida. Outro ponto interessante é que o cidadão pode conferir a forma que seus dados estão sendo usado e, caso queira, pode solicitar a suspensão desse uso.
Com isso, todas as empresas assumem maior responsabilidade no tratamento de dados pessoais dos clientes. Elas não podem comercializar essas informações e, nem mesmo, usá-las sem o consentimento do consumidor. Caso ocorra o vazamento desses dados, mesmo que para uma parceira terceirizada, é a empresa detentora responderá por isso.

Um exemplo prático disso é no gerenciamento de dados referentes aos documentos dos veículos de uma frota feito por um despachante. Todas essas informações são sensíveis para o negócio e de extrema importância para os clientes. Caso caiam em mãos erradas podem ser usadas em golpes e causar danos para a empresa. Por isso, é preciso fortalecer a segurança no fluxo de informações, principalmente, criando mecanismo de defesa cada vez mais robustos no uso de softwares.

 

Como preparar sua empresa para a LGPD?

A lei começa a valer no segundo semestre deste ano e, ainda, há algum tempo para que você possa ajustar os processos do seu negócio à nova regulamentação. Mas, é preciso começar o mais rápido possível. Busque fazer benchmarking com outras empresas que já se adequaram para entender como elas fizeram a transição, quais foram os pontos mais críticos e como causar menor impacto para as rotinas do negócio.
É importante mapear todos os seus processos para garantir que nenhum fique para trás e possa ser motivo de penalização no futuro. Leia a LGPD na íntegra e conte com o apoio de advogados experientes para que os ajustes sejam feitos corretamente. Caso contrário, muita energia será gasta, recursos financeiros e humanos, e sem o resultado esperado.

 

Capacite sua equipe

Com tanta novidade chegando, é preciso treinar seus colaboradores, compartilhar quais são as mudanças e como devem atuar no novo cenário. Como são muitas mudanças que impactam, praticamente, todos os processos da empresa, é importante desenvolver uma trilha de capacitação. Ações contínuas devem ser feitas para promover o real alinhamento da cultura da empresa e as definições da nova lei com os colaboradores.

 

Invista em tecnologias

Falamos muito em transformação digital, não é mesmo? Então, conte com ferramentas digitais para fortalecer a segurança das informações. Você pode criar um time de TI especializado nessa área ou optar por terceirizar o serviço e fazer uma parceria com empresa referências no segmento, como a McAfee.

 

Por que a LGPD é importante para os negócios?

A criação da LGPD aumenta a credibilidade dos negócios brasileiros, o que deve incentivar o investimento estrangeiro no país. A nossa economia ainda está se recuperando e não é considerada de confiança aos olhos do mercado internacional. Portanto, investir em tecnologias que fortaleçam a seriedade dos negócios nacionais é uma forma estratégica para colocar o Brasil, novamente, na rota do crescimento.

A Lumma Despachante é referência em inovação e atendimento ao cliente, por isso, nos antecipamos e fechamos uma sólida parceria com a norte-americana McAfee. Assista ao vídeo abaixo e confira como foi o nosso evento, que marcou esse novo momento para as nossas parcerias!

O evento foi incrível, não é mesmo? Fique por dentro das nossas novidades, siga as nossas redes Sociais! Nós estamos no Facebook e LinkedIn!


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No meio de tantas mudanças e atualizações da nova Placa Mercosul, muitas dúvidas ficam no ar. Aos pouco os Detran vão definindo as regras sobre as novas aplicações de como o motorista obter a nova placa.

 

1) Número da autorização estampagem/emplacamento

Este número será disponibilizado para cada documento emitido pelo DETRAN-SP. Esse número estará, segundo o DETRAN, impresso no documento CRLV e também no e-CRVsp.

2) Dados do proprietário do veículo

De acordo com a RESOLUÇÃO No 780, DE 26 DE JUNHO DE 2019 artigo 12 parágrafo 3 “Os estampadores deverão emitir a nota fiscal diretamente ao consumidor final, sendo vedada a sub-rogação dessa responsabilidade.”
Pessoa Física
Nome
RG
CPF
Logradouro
Bairro
CEP
Pessoa Jurídica
Razão Social
Inscrição Estadual
CNPJ
Logradouro
Bairro
CEP

3) Local de emplacamento

Endereço para onde deve ser enviada a placa, da mesma maneira que acontece hoje, o endereço deve ser uma LOJA ou CONCESSIONARIA de veículos, ou ainda, disponibilizaremos locais próprios (em breve).

 

4) Quanto custarão as placas

O DETRAN repassou a responsabilidade da taxa de estampagem/emplacamento para o ESTAMPADOR, que deve recolher diretamente para o estado, portanto, o usuário final não terá nenhuma
outra a taxa à recolher além dos valores da tabela abaixo:

Par de placas R$ 215,00
Placa Avulsa (Dianteira, traseira ou terceira placa) R$ 120,00
Placa de Moto R$ 115,00

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Uso da placa Mercosul passa a ser obrigatório em todo o País para carros zero-km e em casos de troca de Município ou Estado, o prazo foi definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

 

Quem precisará trocar?

Veículos novos:

• Primeiro emplacamento

 

Veículos em circulação:

• Troca de município e/ou estado;
• Se as placas forem furtadas;
• Se as placas forem danificadas./

 

Principais características

Como ficará a sequência em carros já emplacados?

Como a nova placa manterá a quantidade de caracteres, porém com mudanças na sequência de letras e números, quem fizer a troca da placa antiga pela nova em um veículo já registrado verá o segundo número (da esquerda para a direita) ser substituído por uma letra de acordo com a tabela abaixo:
Como é:
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Como Ficará:
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J

Taxa de placa ou lacração deixará de ser recolhida.

Atualmente ao fazer uma solicitação de placa, paga-se uma taxa ao DETRAN, agora com a regulamentação da placa Mercosul, este pagamento deixa de existir. A nova cobrança ainda não foi divulgada pelos órgãos.

Como o assunto é de competência do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e Detran, pode estar sujeito a novas alterações.

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Aproveite e Leia em nossa blog as 10 perguntas e respostas sobre a nova placa Mercosul.

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Quando chamado não for atendido no prazo de 1 ano, após início da campanha, isso será mencionado no documento de licenciamento. Denatran também vai avisar diretamente dono do carro sobre recalls pendentes.

 

O que é Recall?

Recall é a forma pela qual um fornecedor vem a público informar que seu produto ou serviço apresenta riscos aos consumidores. Ao mesmo tempo, recolhe produtos, esclarece fatos e apresenta soluções. Qual a importância da prevenção e reparação Tendo em vista que o objetivo do recall é proteger o consumidor de acidentes ocasionados por defeitos, um dos aspectos mais relevantes é a ampla e correta divulgação dos avisos de risco de acidente na mídia (jornal, rádio e televisão), com informações claras e precisas quanto ao objeto do recall, descrição do defeito e riscos, além das medidas preventivas e corretivas que o consumidor deve tomar. Daí a importância do recall para evitar ou minorar os acidentes de consumo.

 

Como saber se o veículo é objeto de recall??

O consumidor deve entrar em contato direto com o fornecedor. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) também mantém em seu site o sistema online de recalls (http://portal.mj.gov.br/recall), com as campanhas informadas ao DPDC desde 2002. Ao acessar o Sistema, é possível localizar o recall referente ao produto pesquisado, com informações sobre o período de fabricação do produto, lotes afetados, data de comunicação do recall, aviso de risco, entre outras. No caso de automóveis, desde 2011, é possível acessar o site do Departamento Nacional de Trânsito – Denatran e saber se o seu veículo é objeto de recall www.portalservicos.denatran.serpro.gov.br.

 

O que acontece com veículos que não atenderam ao chamado de recall?

Será feito um aviso no documento, esse aviso, aparecerá no certificado de registro e licenciamento de veículo (CRLV), que é o documento de licenciamento, tanto na versão em papel quanto eletrônica. O condutor que não levar seu veículo para reparar defeitos de fábrica no período de 1 ano a partir da publicação do chamado, será notificado no documento do veículo (na versão digital e física) quando fizer o licenciamento.

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A Placa do Mercosul passa a ser obrigatória a partir de 31 de janeiro. E agora, tire suas dúvidas. A data foi determinada por uma resolução publicada pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) em junho de 2019, mas após muitos adiamentos, idas e vindas da determinação é comum surgirem muitas dúvidas.

 

Já tenho a placa antiga. Preciso trocar e colocar a placa nova?

Não. De acordo com o órgão, a placa do Mercosul passa a ser obrigatória apenas para veículos novos, para primeiro emplacamento e, também, para os veículos que forem transferidos de um Estado para outro.

 

E se minha placa estiver danificada?

Após adesão ao novo sistema por parte do Detran onde está registrado o veículo, em caso furto ou dano, o condutor também terá que trocar a placa pelo novo modelo.

 

Nada aconteceu com minha placa, mas eu quero trocar pela nova. Posso?

Sim, basta solicitar a troca junto ao Detran local.

 

E qual é o valor da placa nova?

De acordo com o Ministério, cada departamento de trânsito determinará o custo das placas na região.
O Denatran, portanto, não tem interferência sobre os valores praticados pelo mercado.
Hoje em São Paulo não ainda temos esta definição.

 

Existe uma data limite para que todos os carros nacionais tenham a nova placa?

Não. Pelo menos, segundo o DENATRAN, ainda não há previsão.

 

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Uma das dificuldades mais comuns entre os gestores de frotas é como definir um perfil de condutor ideal para o negócio e como fazer o monitoramento dele. Essa preocupação tem motivo: segundo pesquisa realizada pela Seguradora Líder, em 2019, os acidentes de trânsito matam mais do que crimes violentos em nove estados do Brasil.
As empresas buscam profissionais que entendam as necessidades do negócio, mas que, ao mesmo tempo, sejam responsáveis no trânsito. Isso porque elas entendem que o cuidado no trânsito faz parte da sua responsabilidade civil e social. Uma boa definição de perfil de condutor, também, contribui para o melhor desempenho da sua logística.
Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura e saiba como analisar e determinar o perfil do condutor para a sua frota!

Análise da Carteira de Habilitação

O primeiro passo para acertar e construir um time de logística de alta performance, é primordial que seja incluso no processo seletivo a prática de análise da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). É feito um estudo do histórico público desse condutor. A partir disso, o gestor consegue validar como é o comportamento desse profissional na direção. Para tanto são usados alguns parâmetros nessa análise, tais como:
• tempo de emissão da carteira;
• se o profissional está habilitado para a categoria exigida;
• se há multas na CNH e quais tipos se enquadram.

Além disso, é essencial submeter os candidatos a exames toxicológicos e psicológicos. Com eles, é possível validar, de forma mais certeira, como é o perfil comportamental desse profissional do dia a dia. Traços de impulsividade ou irresponsabilidade podem ser mapeados com essas técnicas, caso estejam da personalidade do condutor.

Política para a Gestão de Frotas

Para definir o melhor perfil de condutor, é preciso ter a sua política de gestão de frotas consolidada. É a partir dela que os gestores poderão desenvolver o tipo de persona ideal para ocupar a posição de motorista na sua empresa. Por isso, reserve um tempo para realizar a redação da política, submetê-la às ressalvadas dos departamentos de interface, como o de Recursos Humanos, e revisar o conteúdo. Garanta que ele esteja em uma linguagem simples e objetiva e que seja divulgado nos canais de comunicação mais adequados.
A sua política de gestão de frotas deve constar todas as informações pertinentes para o uso dos veículos, ou seja, deve definir claramente quais são as responsabilidades da empresa e dos colaboradores. Ela deve abordar, também, tópicos referentes à manutenção, infrações e multas, sinistro, furtos e roubos, e desativação do automóvel. É importante que a cultura da empresa esteja bem clara em toda a construção da política.

Tipos de perfis de motoristas

As avaliações psicológicas voltadas para a direção apresentam os perfis comportamentais de cada profissional enquanto motoristas. Segundo estudo realizado, é imprescindível que o candidato faça o teste psicológico, uma vez que o carro pode ser usado como uma arma: a direção perigosa coloca em risco, não somente o condutor, mas outros usuários da pista, como motoristas, motociclistas e pedestres. Atualmente, existem oito tipos principais que são mapeados nesses testes.
1. Inseguro
Esse perfil é aquele que hesita sempre, seja em um cruzamento, ao sair da marginal e entrar no anel rodoviário etc. É aquele motorista que tem medo do trânsito e, exatamente, por isso pode acabar ocasionando algum acidente.

2. Hostil

Discussões e brigas no trânsito, o perfil hostil está sempre impaciente e arrumando esses tipos de problemas na direção. Ele é intolerante e se irrita muito fácil.

3. Agressivo

O motorista agressivo é marcado por ações inconsequentes ao volante: ele costuma gostar de andar em alta velocidade e fazer manobras arriscadas. Como ele não mede as consequências das suas atitudes, imprudência e infrações são recorrentes.

4. Calmo

O calmo tem uma direção mais devagar, não gosta de assumir riscos e evita uma briga no trânsito a qualquer custo. É um perfil que não se incomoda com um fluxo mais pesado de carros na rua e não se estressa em um engarrafamento.

5. Responsável

Esse tipo de motorista tem segurança na direção, mas respeita toda a legislação. Além disso, é um perfil que, também, evita discussões desnecessárias no trânsito. Ele costuma ser gentil e é o exemplo da ideia de que um bom motorista deve dirigir para si e para os outros.

6. Eufórico

O condutor com o perfil eufórico é aquele que não tem muito controle sobre as suas emoções. Então, caso ocorra alguma situação negativa no seu dia, ele tem a tendência de descontar a sua raiva ou frustração no trânsito. Assim, ele pode colocar-se em risco, além de outras pessoas que nada têm a ver com seus problemas pessoais.

7. Egoísta
O egoísta é um perfil que acredita que a via é dele, ou seja, não costuma praticar a gentileza no trânsito. Isso pode acontecer por uma falta excessiva de atenção ou intencionalmente. Há motoristas que não têm o hábito de olharem os retrovisores, por exemplo, e acabarem fechando outros carros. Esse é um exemplo de perfil egoísta.

Definindo o melhor para a sua empresa

Para que você possa desenvolver critérios para definir qual o melhor perfil de motorista para o seu negócio é preciso entender, primeiramente, o propósito da sua empresa. Além disso, deve-se avaliar quais riscos cada tipo de motorista pode trazer à sua organização. Por exemplo, se você tem uma empresa que trabalha com transporte escolar, o ideal é que o motorista tenha um perfil mais calmo e responsável, não é mesmo?
Então, avalie quem é o seu público-alvo, qual o tipo de carro o motorista vai conduzir e quais o custo-benefício. Somente dessa forma é possível definir qual o mais ideal para a sua empresa. Independentemente do que seja definido, é importante investir em treinamentos para os condutores da sua empresa, tais como:
• direção defensiva;
• direção eficiente;
• ética profissional;
• cuidados mecânicos;
• política de uso da frota da empresa.

O perfil do condutor é muito importante para que a sua empresa consiga atingir as suas metas de logística ao mesmo tempo em que oferece à sociedade segurança, não colocando em risco a vida de outros motoristas, motociclistas e pedestres. É importante contar com uma empresa especializada em gestão de frotas para poder orientá-lo na definição de motoristas para o seu negócio.

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O ano de 2020 promete atender às expectativas das empresas: o fechamento de PIB (Produto Interno Bruto) de 2019 deixou o empresariado animado. O encerramento registrou um saldo positivo de 1,2% no crescimento, superando a meta que havia sido estipulada. Isso mostra uma tendência de recuperação da nossa economia.

Para este ano, o Banco Central (BC) prevê um crescimento de 2,2% no acumulado do ano. Com essa notícia, os gestores podem se preparar para o aumento da demanda logística e, consequentemente, na ampliação da sua frota de veículos. Para garantir alto desempenho no seu negócio é preciso saber como fazer o gerenciamento de frota da sua empresa nesse novo cenário. Neste artigo, você vai conferir quais são os quatro principais desafios da gestão de frotas em 2020! Boa leitura!

 

1. Fazer o gerenciamento de condutores

A forma como um profissional atua reflete na percepção que o mercado e os clientes têm do seu negócio. Tratando-se de motoristas atuando em nome de uma empresa, isso se torna ainda mais crítico. A direção é algo que demanda muita responsabilidade e atenção por parte do condutor, uma vez que qualquer ação mal pensada pode ocasionar um acidente.

Respeitar os limites de velocidade é o que se espera de qualquer motorista e é uma postura ainda mais cobrada dos profissionais que atuam nesse segmento. É preciso ter disciplina para conciliar a demanda logística do negócio com a rotina produtiva do motorista. Existe um cronograma para ser cumprido e, muitas vezes, o profissional acaba negligenciado a direção quando opta por sair mais tarde, por exemplo, e desempenhar maior velocidade na estrada.

Para que ações como essas não se tornem rotina e para reduzir as chances de acidentes, seja nas estradas ou nas cidades, uma ótima estratégia é adotar o gerenciamento de condutores. Por meio da telemetria, por exemplo, é possível mapear o perfil de condução dos seus colaboradores. Essa tecnologia permite validar as informações do odômetro, assim como a velocidade desempenhada pelo veículo em um tempo e loca, além de apresentar toda a rota feita pelo usuário.

Ranking de Condutores

Uma ação muito legal para promover o engajamento do seu time de motoristas é desenvolver um ranking de condutores. A proposta é monitorar a conduta desses profissionais e reconhecer aqueles que têm uma direção segura. Essa também é uma oportunidade para apontar, individualmente, aos maus condutores o que eles precisam melhorar.

Opinião do público

Toda empresa séria se preocupa com a reputação da sua marca. Disponibilize um canal de comunicação para que as pessoas possam pontuar alguma conduta indevida dos seus motoristas na direção. Essa ferramenta é uma forma de transmitir à sociedade que o seu negócio atua constantemente em busca de melhoria nos serviços. Aplique a adesivação nos carros da sua frota com a mensagem “como estou dirigindo?” e indique um número de telefone para contato.

2. Criar políticas de condução segura

É crucial o alinhamento da cultura da empresa com o colaborador. Por isso, é necessário deixar claro quais são os valores do seu negócio: o que ele espera dos seus colaboradores. Se tratando dos motoristas é preciso ter um cuidado a mais: criar uma política de frota é essencial para educar o time. Nela é preciso estar destacado quais são as normas da empresa e a postura que se espera do funcionário na condição de motorista.

A política serve para descrever e estabelecer critérios de utilização, manutenção, administração, troca e devolução do veículo. Ou seja, ela deve firmar quais são as responsabilidades da empresa e quais são do colaborador. Alguns dos tópicos que devem estar explícitos são:

  • deveres do usuário;
  • pagamento de multas;
  • orientação para manutenção preditiva e corretiva;
  • custo de franquia em caso de avarias ou sinistro;
  • ações corretivas em casos de má condução;
  • como atuar em caso de veículo furtado;
  • o procedimento de devolução do automóvel.

Treinando a equipe

Investir em capacitação é primordial para garantir que a imagem da sua marca não seja impactada negativamente por ações de má direção. Treine periodicamente a sua equipe, faça campanhas de conscientização e fortaleça os valores do seu negócio. É importante sempre reforçar onde a sua empresa quer chegar, como e qual o papel dos motoristas nesse processo. Explicar o porquê, a importância de alguém em um processo, surte muito mais efeito do que fazer uma cobrança sistemática.

3. Reduzir os custos com as multas

Pode até parecer simples, mas, reduzir os custos com multas é algo difícil. Lógico que, se você aplicar as nossas duas primeiras dicas, isso torna-se possível ao longo prazo. Então, além de implantar o gerenciamento de condutores e a política de gestão de frotas, outra ação pertinente é aperfeiçoar o seu gerenciamento de multas e documentação.

Garantir que os funcionários façam o reconhecimento da notificação o mais breve possível e o pagamento da respectiva multa é uma forma de gestão inteligente, pois, fazer o débito do valor antes da data de vencimento garante descontos para a empresa. O mesmo vale para a emissão de documentos. Todo início de ano é hora de renovar o licenciamento e o IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

4. Otimizar o desempenho da Frota

Com a previsão de aumento do nosso PIB, agora para 2020, a tendência é que a demanda logística também cresça. Por isso, um dos principais desafios na gestão de frotas, neste ano, é otimizar o desempenho dos veículos. Logo, é preciso trabalhar mais em ações que visem reduzir o tempo na condução, diminuir o número de manutenções corretivas — isso significa ativo improdutivo, ou seja, prejuízo para o negócio — e a consolidação de boas práticas para melhorar o desempenho do combustível.

Aliando a tecnologia com a logística

Para desenvolver um gerenciamento eficiente para o seu negócio, você deve buscar ferramentas tecnológicas de soluções analíticas. Trabalhando a análise de dados em aplicativos de gerenciamento de negócios, com certeza, é possível encontrar gaps na logística e desenvolver um plano de ação para melhorar seus resultados.

Alie novas tecnologias para a gestão da sua frota. Uma delas é o Business Intelligence (Inteligência do Negócio), que pode ser usada por meio de aplicações como o Power BI da Microsoft. Com ela é possível criar indicadores de performance, com gráficos e fazer análises mais complexas. No entanto, é preciso ter profissionais realizando a compilação, monitoramento e análises de dados como rotina diária.

Para otimizar o desempenho da frota é necessário seguir o nosso passo a passo. Para fazer a gestão de frotas é preciso olhar para os custos, o gerenciamento de pessoas, a percepção dos seus clientes, o monitoramento das manutenções e, ao mesmo tempo, para o desempenho do seu negócio. São muitas atividades simultaneamente, não é mesmo? Para fazê-las com eficiência demanda um aumento no seu quadro de pessoal e, consequentemente, nos seus custos.

Uma ótima prática é recorrer às empresas que são especializadas em processos de gestão de frotas. Geralmente, elas oferecem produtos que são adaptáveis ao tamanho do seu negócio e à sua necessidade. Pode ser tanto com a terceirização da frota, bem como a terceirização do gerenciamento da frota própria.


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As empresas atualmente já entenderam que, quando uma equipe está inteirada com a missão e cultura da empresa, a probabilidade de ter colaboradores mais motivados e empenhados em atingir o mesmo objetivo é muito maior.

Para que isso aconteça, o líder tem um papel essencial no sucesso da empresa. São eles que garantem o atingimento dos objetivos da empresa, aperfeiçoando processos, disseminando a cultura da empresa e motivando a equipe.

A liderança atual exige dedicação e busca diária por novas informações e conhecimentos.  E, por isso, a Lumma investe fortemente na formação de novos líderes e no aperfeiçoamento dos atuais.

Neste semestre, proporcionamos o Treinamento de Liderança, ministrado pela Coach Samantha Luchini, com o tema Equipes de Alta Performance. Além disso, também aconteceu o Programa de Desenvolvimento, que visa desenvolver colaboradores, de acordo com nossa cultura, preparando-os para os desafios que venham a surgir em suas carreiras. O Programa foi ministrado pelo diretor, Rogério Valentim, e a gerente de RH, Edileusa Trevisan, e a gerente de operação, Meire Machado.


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Quem teve o veículo furtado ou roubado tem direito a restituição de IPVA

 

Você sabia que quem já quitou o IPVA e teve seu veículo furtado ou roubado tem direito a receber a restituição do imposto de acordo com o valor já pago com o mês em que o carro foi roubado? Um exemplo: Você teve seu carro roubado em março e já havia quitado o IPVA, você receberá a restituição de abril a dezembro.

O contribuinte tem o prazo de 5 anos para pedir a restituição, porém o valor só será depositado no ano seguinte a solicitação. Outra observação é que, se o pedido foi feito depois de três meses do roubo, será exigido também um documento que comprove que o veículo não foi encontrado.

Como receber?

O primeiro passo é entrar no site da Secretaria da Fazenda de São Paulo e imprimir o modelo de formulário disponível neste link http://www.fazenda.sp.gov.br/download/ipva/restitui_pedido.pdf e preencher. Depois você devea comparecer a um posto do Poupatempo ou da Receita Federal com o original e cópia dos seguintes documentos:

  • Formulário de restituição em 02 vias;
  • Comprovante de pagamento do IPVA;
  • CRVL;
  • Boletim de ocorrência relatando o roubo do veículo à polícia (se a data for superior a três meses, deve ser apresentada também a declaração de não localização do veículo);
  • Inquérito policial formulado em caso de extorsão, estelionato ou apropriação indébita.
  • RG e CPF do proprietário do veículo.

O pagamento é realizado no próximo ano e o motorista
pode retirar em qualquer agência do Banco do Brasil.

 

 

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(11) 4366-8500

De Segunda à Sexta das 8h30 às 18h30

Sobre nós

Lumma Despachante, 20 anos na excelência em assessoria veicular, sendo reconhecida como uma das maiores empresas na categoria de despachantes.


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